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A DAEM é a Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino, que também pode ser chamada de hipogonadismo tardio do adulto. Para simplificar o que é DAEM, trata-se da redução dos níveis de testosterona total no homem.

É importante deixar claro que DAEM não é o mesmo que andropausa, pois não ocorre somente em uma faixa etária e nem todos os homens que envelhecem apresentam os sintomas da deficiência.

A DAEM pode estar relacionada com outras doenças ou ser própria do envelhecimento do homem. Para diagnosticar o quadro, o médico pode solicitar a realização de alguns exames, além de uma análise clínica para verificar se o paciente apresenta os sintomas mais comuns da doença.

Quais são os sintomas da DAEM?

Os homens com Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino ou DAEM apresentam sintomas bastante característicos, entre os quais estão os seguintes:

 

  • Redução da libido;
  • Diminuição dos pelos;
  • Perda de memória;
  • Desânimo;
  • Depressão;
  • Perda de massa muscular;
  • Disfunção erétil;
  • Aumento da gordura visceral;
  • Anemia;
  • Irritabilidade;
  • Dificuldade de concentração;
  • Declínio do sono.

 

O rastreamento de DAEM só é feito em homens assintomáticos que estiverem com sobrepeso ou obesidade e em pacientes com diabetes. Nestes casos, o médico faz uma investigação mesmo que não haja sintomas evidentes.

Como é feito o diagnóstico da DAEM?

O médico faz uma avaliação clínica e solicita exames laboratoriais para diagnosticar DAEM . No consultório, durante a conversa com o paciente, o médico investiga quais são os sintomas e queixas do mesmo. Com o suporte de questionários simples e bastante didáticos, os médicos conseguem obter informações mais precisas sobre os sintomas que os homens com DAEM apresentam.

Muitos reclamam dos sintomas que estão acima, levando então a uma investigação laboratorial da doença, para verificar a dosagem sérica de testosterona baixa. Sendo assim, através da coleta de sangue, o médico verifica a taxa de testosterona total do paciente. Se for confirmada uma taxa muito baixa, o exame é repetido.

No diagnóstico da DAEM, o médico ainda pode pedir outros exames laboratoriais, entre os quais estão prolactina para homens que se queixam de baixa libido, LH e Testosterona Livre Calculada.

 

Em muitos casos, a DAEM está ligada apenas ao envelhecimento masculino, sem que sejam necessárias condições especiais ou alguma doença para desencadear os sintomas.

Reposição hormonal para paciente com DAEM

O tratamento para DAEM ou Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino é feito para que os níveis de testosterona no paciente sejam restaurados aos níveis séricos desejados.

Para fazer o tratamento de reposição de testosterona para DAEM , o paciente precisa apresentar os sintomas da deficiência associados aos baixos níveis séricos de testosterona após exames laboratoriais. O tratamento só é feito em pacientes que estiverem com níveis baixos persistentes.

O tratamento com testosterona pode apresentar uma série de efeitos colaterais, especialmente em homens com níveis dentro da normalidade, como atrofia dos testículos, infertilidade irreversível, piora no quadro de insuficiência cardíaca congestiva, trombose arterial e venosa, entre outros problemas. Por isso, o tratamento com reposição de testosterona para DAEM só é feito com acompanhamento médico, em casos bastante pontuais.

Nem todos os homens com DAEM podem fazer o tratamento com reposição hormonal: pacientes com câncer de próstata ou câncer de mama precisam de atenção especial e, nestes casos, o médico fará uma avaliação ainda mais criteriosa antes de recomendar o tratamento. Muitas vezes, há contraindicação para essa alternativa terapêutica.

A boa notícia é que muitos homens que fazem reposição hormonal para DAEM apresentam uma ótima resposta clínica, com melhora significativa da qualidade de vida, redução dos sintomas e praticamente sem efeitos colaterais.

É possível prevenir DAEM?

Embora a DAEM – Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino seja uma síndrome metabólica decorrente da idade, é ideal prevenir doenças e fatores de risco para a síndrome, como diabetes, obesidade, hipertensão, colesterol elevado, triglicérides, sedentarismo e tabagismo. Pacientes depressivos e que consomem bebida alcoólica em excesso também ficam mais propensos a desenvolver DAEM .

Para saber mais, converse com um médico especialista!

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